The 'Terrible Beauty’ of La Biennale de Lyon 2011




The title of the next Biennale de Lyon, A Terrible Beauty Is Born, is a verse from the poem Easter 1916 written by W.B. Yeats in September of that year about the general uprising by which the Irish claimed emancipation from the British. At first sight, the poem could be read as celebrating the martyrs who gave their life for the cause of independence. Yet upon further scrutiny, it becomes clear that the attitude of the speaker is one of perplexity and doubt. The poem shifts uneasily between affirmation, question and negation. It is, fundamentally, at war with itself. 

As such, the title is more a methodological tool than a theme per se. It enables the project to explore the force of paradox and contradiction, tension and ambivalence, and to address the state of urgency in the world and in the arts today. Articulated through a series of parcours or narratives, the exhibition intends to address the density of the present as well as the power of the imaginary, the visionary and the hallucinatory. The 11th Biennale de Lyon will comprise around 60 artists across four venues: La Sucrière, the Fondation Bullukian, the Musée d’Art Contemporain de Lyon, and the T.A.S.E factory.



O título da próxima Bienal de Lyon, "Uma Beleza Rerrível Nasce", é um verso do poema "Páscoa 1916", escrito por WB Yeats em Setembro do mesmo ano sobre a insurreição geral pela qual os irlandeses alegaram a emancipação dos britânicos. À primeira vista, o poema pode ser lido como celebrar os mártires que deram a vida pela causa da independência. No entanto, após uma análise mais aprofundada, é claro que a atitude do orador é de perplexidade e dúvida. O poema passa desconfortavelmente entre a pergunta, afirmação e negação. É, fundamentalmente, em guerra consigo próprio.

Como tal, o título é mais uma ferramenta metodológica de um tema por si só. Ele permite que o projeto explore a força do paradoxo e contradição, tensão e ambivalência, e para abordar o estado de urgência no mundo e nas artes nos dias de hoje. Articulados por uma série de cursos ou narrativas, a exposição pretende abordar a densidade do presente, assim como o poder do imaginário, o visionário e o alucinatório. A 11ª Bienal de Lyon será composta por cerca de 60 artistas em quatro locais distintos: La Sucrière, a Fundação Bullukian, o Musée d'Art Contemporain de Lyon, e a fábrica T.A.S.E.


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